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  • Alencar Oliveira

Planejamento nosso de cada dia.



Uma das funções gerenciais que vem merecendo maior atenção das empresas atualmente é o planejamento de marketing aliado ao planejamento estratégico e suas práticas. O planejamento implica em comprometimento com a ação. Qualquer planejamento só tem sentido se for implementado, caso contrário torna-se apenas uma coletânea de boas intenções sem qualquer benefício concreto à organização, exceto aqueles de natureza simbólica.



Um dos grandes desafios da gestão das empresas é desenvolver uma maior capacidade de resposta às demandas internas e externas como forma de sobreviver a um ambiente tão competitivo e de profundas transformações. Para isso é necessário que os gestores estejam focados a utilizar a abordagem do planejamento nas gestões estratégicas.

O primeiro passo para a gestão estratégica é levar para a empresa uma cultura organizacional com linha de pensamento voltado para uma organização interna e externa da sua cadeia de comunicação e marketing, analisando, levantando e identificando os principais problemas e ações estratégicas a serem desenvolvidas, para que possa atingir seus objetivos e cumprir sua missão, apoiada numa relação dinâmica com um contexto em permanente mudança, que agora, se apoia na construção do plano de ações como linha de frente para as tomadas de decisões da empresa. 



FOCALIZAR.  ESTA É A PALAVRA-CHAVE DESTA ESTRATÉGIA DE SUCESSO.


Talvez seu negócio já esteja prosperando e você se pergunta “por que redirecionar minhas estratégias, com vistas a alcançar os diversos e diferenciados nichos?”


A resposta é simples. Não existem mais mercados de massa. O que está acontecendo hoje é que o seu principal concorrente ainda não descobriu esse grande filão de mercado e caberá a você sair na frente.


A diversificação dos produtos/serviços e a segmentação, foi o “meio” que as empresas arranjaram de aumentar exponencialmente seus faturamentos. Hoje, o marketing de nicho se tornou o modus operandi da maioria das grandes empresas. Os empresários e empreendedores deste milênio devem aprender com os nativos africanos que perceberam duas maneiras de cozinhar um elefante: fabricando um caldeirão grande o bastante que ele coubesse inteiro ou cortá-lo em pedacinhos, em vários caldeirões.


Cortar o mercado em pequenos nichos pode levar a uma soma maior do que o mercado original, pois a “identificação com o público-alvo” está intimamente conectada com a segmentação; e por meio de estratégias independentes e diversificadas você multiplicará mercados e irá satisfazer de forma completa as necessidades de seus públicos específicos. Esta nova visão “focalizada” da empresa pode gerar certas rupturas e mudanças. Mas não se esqueça de que lá fora existe um concorrente sedento para pressioná-lo em seu nicho e conquistar o que você tanto almeja.


Pense Nisso!


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